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Posts tagged ‘arroz integral’

Coincidência: uma aliada bem humorada na nossa vida

Sincronicidade traz mais sentido à vida e alimenta nossa capacidade de criar nossa realidade.

Eu sou fascinada pelas sincronicidades da vida. No final do ano passado, eu andava meio frustrada, pois só me sentia compreendida pela comunidade de pessoas dos cursos que frequento no exterior, e não encontrava pessoas no mesmo “espírito da coisa” por aqui no Brasil. Foi então que decidi parar de reclamar e pedir para que o Universo me trouxesse mais pessoas com a mesma mentalidade e tipo de energia que tenho nesse momento.

E muita coisa começou a mudar desde então, incluindo ter sido encontrada na internet pela Sabrina Lira, que estudou na mesma escola de nutrição que eu, algumas turmas antes de mim. Mais que praticar a mesma linha de coaching de saúde, ela me enviou um e-mail logo após um curso que fiz em New York, cidade que ela também morou. Nessa mesma oportunidade, eu decidi que pararia um pouco com as viagens para o exterior para me dedicar mais a implementar as coisas que aprendi, como por exemplo, me associar e criar parcerias com pessoas que querem ir na mesma direção de negócios que eu aqui no Brasil. Ótima coincidência, não? Read more

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Qual tipo de alimento é melhor para a saúde?

Veja diferenças entre orgânicos, hidropônicos, convencionais e naturais

Hoje em dia, nós consumidores temos muitas opções à disposição para nos alimentarmos. No entanto, é comum ficarmos confusos na hora de fazer a melhor escolha, com tanta informação desconectada sobre o que faz bem, e tanto marketing nos dizendo o que devemos ou não comer. Confira algumas das principais diferenças entre os alimentos produzidos pelo sistema da agricultura convencional, orgânica e hidropônica, além de aprender também o que é considerado um alimento natural. Read more

Alimentos que causam mau humor

Descubra por que doces, arroz branco e mais aumentam irritação

Fonte: Personare

Nesta quarta-feira (13/11) é o Dia do Mau Humor. E, afinal, quem nunca teve um dia atribulado, que gerou mais frustração do que felicidade? Para aplacar a irritação, muita gente recorre à comida para se sentir melhor. No entanto, nem sempre a sensação depois de comer é de bem-estar. Isso acontece porque alguns alimentos pioram o humor, ao invés de melhorá-lo.

Segundo a especialista em Saúde Integrativa Melissa Setubal, o tipo de alimento ideal para cortar rompantes de humor e prolongar a sensação de bem-estar no corpo é o que estabiliza os níveis de insulina no sangue. Vitaminas, minerais e fitonutrientes (substâncias que têm ações específicas no organismo humano quando ingeridas, como o revesterol da uva ou o licopeno do tomate) estão na lista, já que estimulam hormônios e neurotransmissores que são ligados à questão do bem-estar.

De acordo com Melissa, mudanças no cardápio podem ser incorporadas no dia a dia para trazer mais alegria, mas é preciso ter atenção na quantidade de alimento ingerido. “Qualquer coisa em excesso pode causar problemas no organismo, mesmo que seja um alimento que trará felicidade”, informa a especialista.

Confira aqui alguns alimentos que causam mau humor e possíveis substituições por comidas mais “felizes”. Read more

Minha deliciosa vida sem leite

Vim passar duas semanas em São Paulo, a capital gastronômica do Brasil, e meu programa favorito é aproveitar os maravilhosos restaurantes da cidade. E então me lembro que tem queijo na pizza e no macarrão da cantina italiana, manteiga e creme de leite nos bistrôs franceses, a coalhada do árabe, e diversos laticínios usados nas opções vegetarianas. Volta e meia, ainda me deparo com o fato de que não poder consumir leite e derivados é uma limitação muito chata. É praticamente impossível de se achar numa cardápio de restaurante uma opção de sobremesa que não leve laticínios, que não seja a sem graça “fruta da estação”.
Desde que comecei a evitar consumi-los, fui investigando aqui e ali opções que me trouxessem de volta essa sensação cremosa que só os laticínios conseguem dar na comida. E vi que a luz no final do túnel estava nas castanhas e sementes!
Essas coisinhas naturalmente crocantes ficam cremosas e sedosas quando transformadas em leites e pastas, por conta de seus óleos naturais. Muito ricas em proteínas e cálcio, elas ainda tem várias vantagem sobre o leite de animais: não tem gorduras saturadas, nem hormônios (naturais e artificiais) ou substâncias tóxicas criadas pelos processamentos em sua composição, entre outras coisas que tanto impactam no equilíbrio do sistema endócrino feminino, respiratório, digestivo, além de ser um grande causador de alergias e sensitividade.
Não estou dizendo que o leite e seus derivados devem ser banidos da alimentação sem dó nem piedade (só em caso de alergia e intolerância mesmo). Mesmo porque é gostoso e tem muitos nutrientes. Mas preste atenção na quantidade e na qualidade do que você consome. Prefira os laticínios de origem orgânica e frescos da fazenda que não passem por pasteurização e homogeinização. Preste atenção na lista de ingredientes para saber se não há adição de açúcar, sal e outros aditivos artificiais.
Mesmo que você não precise ou não queira tirar o leite da sua vida, comece a explorar essas opções muito saborosas e cremosas feitas de castanhas e sementes, e ganhe variedade no seu cardápio.
Aguarde as receitas com diversas opções que publicarei durante este mês.
Enquanto isso, vão as dicas de substituições que uso em minhas receitas:

  • Leite: faça seu leite de castanhas, sementes, grãos diversos, ou use leite de coco.
    Amêndoas ou Castanha de Caju: 1 xícara de castanhas para 3 de água.
    Arroz Integral ou outros grãos: 1/2 xícara de arroz cozido para 2 de água.
    Bata no liquidificador até ficar bem liso. Se quiser retirar a polpa, peneire ou filtre em uma sacola de algodão. Outra dica é deixar os ingredientes de molho por, no mínimo, 8 horas, descartando a água, para eliminar os antinutrientes naturalmente presentes nessas plantas.

  • Creme de Leite: faça seu leite de castanhas, sementes, grãos diversos com menos água, ou use leite de coco. Use Tahini (pasta de gergelim) ou outra pasta de castanhas ou sementes diluída em um pouco de água.
    Pasta de amendoim: bata 3 xícaras de amendoim cru em um processador bem potente até ficar cremoso, parando de tempos em tempos para raspar a borda do copo.
    Pasta de amêndoas ou outras castanhas e sementes: bata 3 xícaras de amêndoas com 1/4 de xícara de óleo (coco, girassol ou gergelim extravirgem, ou canola para não inteferir no sabor). Acrescente mais um pouco de óleo se necessário. Refrigere até o dia seguinte e retire o óleo que porventura se formar no topo.
  • Manteiga: use qualquer outro óleo na mesma quantidade. Eu normalmente uso de coco, e refrigero ele para ficar com consistência mais firme, se necessário.

Confira aquie neste link outras opções interessantes de substuições.

A partir dos próximos posts, vou passar receitas que levam estes ingredientes para você começar a experimentar em casa. Continue acompanhando o blog!

Os Fantasminhas Camaradas da Alimentação

Venho falando no blog nos últimos posts sobre emagrecer, inflamação crônica no organismo, regras de como comer saudável, e quanto mais eu penso, leio e estudo sobre o assunto, percebo que um fantasminha fica sempre rondando o assunto e ele vem vestido de branco. Sei que você o conhece muito bem e que não precisa de apresentações formais, mas como bom fantasma, ele consegue se esconder direitinho na comida e se disfarçar de coisas gostosas: as comidas branquinhas e refinadas.

Açúcar, trigo, arroz branco, batatas são parte da turminha que assombra o organismo de praticamente todo mundo hoje em dia, causando terror por onde passa, deixando nossas células em pânico e provocando reações de espanto do nosso pâncreas. E não estou exagerando para fazer o texto ficar engraçadinho :).

O mecanismo é muito simples. Tudo que comemos é garimpado pelo nosso sistema digestório para conseguir algo extremamente valioso: glicose. Nosso cérebro é o principal consumidor dessa joia, que é pura energia. Quando comemos algo branco/refinado, estamos fornecendo praticamente glicose pura, sem fibras, sem nutrientes, sem proteínas e gorduras essenciais. Ou seja, essa glicose vai direto pra corrente sanguínea. Quando o cérebro detecta essa enxurrada de glicose de uma vez, ele fica louquinho e pensa “não sei quando será a próxima vez que vou ficar rico assim, então vamos guardar tudo que puder”, e aciona o pâncreas, que processa tudo isso com a insulina.

Imagine que isso tudo acontece TODAS AS VEZES que você coloca qualquer desses ingredientes em sua boca. Ou seja, o corpo fica em estado de emergência quase que constantemente, uma vez que nossa dieta típica de brasileiro tem no cardápio pão, arroz, macarrão, batata frita, sobremesa, biscoito, no café-da-manhã, no almoço, no lanche, na janta. Já deu pra entender que algo pode dar muito errado quando sobrecarregamos nosso corpo assim, não é mesmo?

E realmente dá. Desde a década de 60/70, quando passamos a consumir mais alimentos industrializados, e, portanto, refinados, e os índices de diabetes, doenças cardíacas, cânceres, doenças autoimunes, entre outras condições nem tão graves assim, aumentaram assutadoramente. As duas coisas estão intimamente ligadas.

Por isso recomendo uma dieta. Ela serve para qualquer idade, sexo, peso, gosto e estilo de vida: a No-white-stuff Diet. Você, basicamente, apenas para de comer comidas que contém ingredientes brancos, como açúcar , trigo refinado, arroz branco e batata.

Veja abaixo algumas dicas para ajudar na hora de escolher o que comer:

  • Açúcar: não se engane com o mascavo, que apenas está disfarçado de mais escurinho. Se optar pela cana-de-açúcar, vá de rapadura ralada, ou melado. O bom e velho mel de abelha silvestre também é outra ótima opção. As novidades no mercado são a stévia (o extrato da folha, não a versão refinada), o xarope de agave (procure o não refinado) e o xilitol. Outras opções com sabores interessates são os xaropes de arroz integral e de bordo (maple).
  • Trigo:  Atenção na lista de ingredientes, pois tem muitos pães integrais por aí com trigo refinado. Na hora do macarrão, escolha a versão integral, que, te juro, não faz diferença nenhuma no gosto, e aproveite para experimentar de outros grãos como quinoa e arroz integral. Não se engane com os biscoitos disfarçados de saudáveis, que tem em sua composição açúcar e trigo refinado.
  • Arroz: Se você é daquelas pessoas que torcem o nariz para o integral, comece a substituir aos poucos misturando no prato com o branco, e aumentando a proporção à medida que for se acostumando. Depois disso, você vai até achar arroz branco algo muito sem graça.
  • Batata: use outras raízes mais nutritivas, como batata-doce, mandioca, inhame, batata-baroa ou até mesmo cenoura no lugar. Além de mais sabor, eles vão ajudar você a diminuir os desejos por doces!

Veja bem, não estou dizendo que você tem que virar uma obsessiva “caça-fantasmas” e que nunca mais você vai colocar nada dessas coisas na boca, pois dessa forma, nossa vida social correria o risco de desaparecer, já que, em nosso convívio diário, continuaremos a nos deparar com essas comidas. Meu ponto é você ficar mais consciente de cada uma de suas escolhas, pois com um pouquinho de planejamento e paciência consigo mesma, essa “dieta” pode se transformar de algo aparentemente restritivo para um novo universo de muitas opções deliciosas.

Se você já se arrepia toda de medo só de ouvir sobre restrições na hora de comer, sugiro que você leia o artigo sobre a metodologia do Crowding Out, ou Congestionamento de Opções, clicando aqui.

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