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Posts tagged ‘comida’

3 passos para perder peso que não tem nada a ver com o que você come

Vim fazer um protesto aqui hoje. Não aguento mais ver capas de revistas femininas e de dietas, anúncios nas redes sociais e nos websites sobre a nova dieta milagrosa que faz você perder 15 quilos em 2 semanas, ou que foi finalmente revelado um ingrediente mágico ou pílula milagrosa que faz perder gordura localizada. A última que quase me levou as lágrimas foi ouvir uma mulher num café dizendo que está tomando injeções dolorosíssimas absurdamente caras como último recurso para perder peso.

Minha revolta não é com a mulheres que se dispõe a fazer esses tratamentos e dietas. Elas estão apenas seguindo a necessidade de serem aceitas, de ter mais autoestima, que todas nós temos. Acredite em mim, sei bem o que é se submeter a coisas malucas em nome de querer parar de ter vergonha da minha aparência. Vejo ao meu lado inclusive amigos homens apertando suas barrigas saradas dizendo que tem que se livrar daquela gordurinha (que vamos combinar, é só pele).

Eu fico com raiva mesmo é de toda essa cultura que prega que temos que fazer dieta, quando já foi mais do que provado cientificamente que fazer dieta, principalmente as de restrição de calorias ou de nutrientes, como carboidratos ou gorduras, pode até provocar a perda de peso a curto prazo, mas tem um efeito colateral que ninguém escapa: ligar os genes da escassez que fazem o corpo buscar garantir a qualquer custo reter energia, ou seja, querer ENGORDAR DE NOVO O RESTO DA SUA VIDA!

Quanto mais dieta você faz, mais você reforça essa programação! Entendeu a dinâmica perversa dessa indústria da dieta? Você nunca vai ganhar esse jogo da perda de peso e do corpo perfeito. Não apenas por essa questão genética, mas principalmente porque quando buscamos fazer dieta, podemos até ter o discurso que é para ficar mais saudável, só que essas dietas são exatamente a receita para deixar o seu corpo doente.

Quer uma alternativa bem mais eficaz que fazer dieta, emagrecer, e ficar sofrendo sem comer? Read more

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Você costuma comer sem parar?

Buscar prazer na comida pode levar ao exagero alimentar. Entenda como.

Almoço do self-service durante um dia de trabalho. Por que não usufruir daquele empadão de frango, da picanha e da mousse de chocolate que estão ali ao alcance das mãos? Festa de aniversário do amigo. Por que não se deliciar com mais um pedaço daquele bolo com cobertura de brigadeiro que alguém oferece? Pizza do domingo. Por que desperdiçar os dois pedaços que sobram na forma?

Exagero alimentar

A resposta para todas essas questões é: prazer. Todos somos movidos a querer repetir de novo e de novo as experiências que nos trazem esta maravilhosa sensação de bem-estar e plenitude. Desde que nascemos, associamos a comida a algo que vai além da função de sobrevivência, mas também a um momento de grande prazer, com inúmeros estímulos aos nossos sentidos.

Juntando-se a isso, vivemos nos dias de hoje em uma cultura que nos estimula a buscar o prazer pela comida constantemente, com um bombardeio de mensagens publicitárias em todos os lugares que estamos, e com a disponibilidade de comida a todo momento do dia e da noite. Não é a toa que muitos de nós perdemos a guerra para o exagero na hora de se alimentar. Se pararmos para pensar que lutamos contra as poderosas forças do instinto de sobrevivência e da busca do prazer, percebemos que a força de vontade e a velha máxima de “fechar a boca” pouco podem fazer por nós para evitar que sejamos vítimas desta compulsão.

Não seja escravo da comida

Mas é justamente aí que mora a chave desta questão, que parece uma causa perdida. Para não continuarmos “escravos” deste mecanismo perverso de comer exageradamente, temos que criar consciência sobre como nosso corpo e nossa mente funcionam. Se passamos a respeitar a programação do nosso corpo, fornecendo os nutrientes que ele foi criado para usar de forma consistente e eficaz, os desejos por determinadas comidas começam a se dissipar.Se passamos a respeitar a programação do nosso corpo, fornecendo os nutrientes que ele foi criado para usar de forma consistente e eficaz, os desejos por determinadas comidas começam a se dissipar.

E ao invés de sermos levados pelos estímulos que estão ao nosso redor, somos mais capazes de tomar decisões conscientes.

Ao mesmo tempo, se passarmos a respeitar a necessidade de nossa mente de parar para processar as emoções que vivenciamos durante o dia, de forma consistente e eficaz, essa vontade de nos anestesiar comendo sem parar aquela guloseima – além da sensação de “vazio” que muito de nós sentimos, mesmo depois de ter comido muito – passam a não mais nos governar. Isso acontece porque vamos aprendendo a lidar com nossos sentimentos antes que eles nos levem a comportamentos sabotadores e autodestrutivos.

Mas como parar com este exagero no consumo de comida e começar a desenvolver uma autoconsciência na forma como você se alimenta?

Dica 1: comece a incluir vegetais e frutas frescos em todas as suas refeições. Se vai comer o empadão do self-service, coloque junto uma porção de cenouras. Se vai comer doces em uma festa, coma frutas antes de sair de casa. Se vai comer pizza, peça para acrescentar uma porção generosa de alguma folha, como salsa ou rúcula. Acredite em mim: aos poucos, seu corpo vai começar a criar desejos pelos alimentos mais saudáveis!

Dica 2: pare com as proibições, dietas ou culpa. A não ser que você tenha doenças e alergias a determinados alimentos que lhe fazem mal, impor uma restrição alimentar faz com que o mecanismo de nossa mente entre em modo de escassez. Isso imediatamente faz iniciar o comportamento de “não sei quando poderei comer isso novamente”, e consequentemente dispara um desejo incontrolável de comer o máximo que puder na primeira oportunidade que aparecer.

Dica 3: medite com a sua comida. É isso mesmo! Sente e respire, criando um momento de consciência plena com seu alimento. Que tal na sua próxima refeição você experimentar a Meditação da Maçã? Você pode substituir a maçã pela comida que preferir e ter a experiência do verdadeiro prazer de se alimentar, sem exageros e com saúde.

Meditação da Maçã

Pegue uma maçã em sua geladeira, qualquer uma serve. Lave-a. Seque-a. Antes de mordê-la, pare por um momento. Olhe para a maçã na palma da mão e pergunte-se: “quando eu como uma maçã, eu tenho prazer em comê-la? Ou eu estou tão preocupado com outros pensamentos que eu perco as delícias que a maçã me oferece?”woman apple

Se você é como a maioria de nós, você responde “sim” à segunda questão com muito mais frequência do que a primeira. Na maior parte de nossas vidas, temos comido maçã depois de maçã sem pensar duas vezes. No entanto, desta forma quase inconsciente de comer, temos negado a nós mesmos as muitas delícias presentes no simples ato de comer uma maçã. Por que isso acontece, especialmente quando é tão fácil apreciar verdadeiramente a maçã?

A primeira coisa é ter plena atenção ao comer a maçã. Quando você come a fruta, apenas concentre-se em comê-la. Não pense em mais nada. E o mais importante, esteja parado. Não coma a maçã enquanto você estiver dirigindo. Não coma enquanto você estiver andando. Não coma enquanto você estiver lendo. Apenas esteja parado. Ao focar e desacelerar, você se permitirá realmente saborear todas as qualidades que a maçã oferece: sua doçura, aroma, frescor, suculência e “crocância”.

Em seguida, pegue a maçã da palma da sua mão, e observe-a novamente durante um tempo. Inspire com consciência algumas vezes para ajudar você a se concentrar e ficar mais em contato com a forma como se sente sobre a maçã. Na maioria das vezes, você mal olha a maçã que está comendo. Nós simplesmente agarramos, mordemos, mastigamos rapidamente e depois engolimos. Desta vez, preste atenção: que tipo de maçã é? Qual é a sua cor? Como você a sente em sua mão? Qual é o seu cheiro? Passeie por esses pensamentos, e você vai começar a perceber que a maçã não é simplesmente um lanche rápido para acalmar o estômago reclamando de fome. É algo mais complexo, algo que faz parte de um todo maior.

Então, dê um sorriso para a maçã e lentamente, conscientemente, morda e mastigue a fruta. Tome consciência de sua inspiração e expiração algumas vezes, para ajudar você a se concentrar somente em comer a maçã: o que você sente em sua boca, o gosto, como é mastigar e engolir a fruta. Não há nada mais em sua mente – sem projetos, sem prazos, sem preocupações, sem lista do que fazer depois, sem medos, sem dor, sem raiva, sem passado e sem futuro. Fique apenas com a maçã.

Quando você mastigar, saberá o que você está mastigando. Mastigue devagar e completamente. Mastigue conscientemente, saboreando o gosto da maçã e sua nutrição, imergindo-se 100% no processo. Dessa forma, você realmente apreciará a maçã como ela é. E como você fica plenamente consciente ao comer a maçã, você também se torna plenamente consciente do momento presente. Você se torna totalmente engajado no aqui e agora. Ao viver o momento, você pode realmente sentir o que a maçã oferece a você, e você se torna mais vivo.

Ao comer a maçã desta forma, verdadeiramente saboreando-a, você tem um gostinho do que é a plena atenção, o estado de total consciência que vem quando estamos totalmente imersos no momento presente. Desapegando de todo o resto em alguns poucos minutos e vivendo no aqui e agora, você poderá começar a sentir o prazer e a liberdade de não sentir a ansiedade que uma vida vivida em plena consciência pode oferecer. (Fonte: livro “Savor: Mindful Eating, Mindful Life”, Ed. HarperOne)

Para continuar refletindo sobre o tema

Veja mais informações sobre como incluir frutas e vegetais frescos em todas as suas refeições.

Fonte: Personare

Dieta de restrição de calorias pode engordar

Alimentação pouco calórica provoca desequilíbrio hormonal no organismo

A verdade é essa: dificilmente existe alguém na face da Terra que goste da ideia de ser proibido de comer. Fica difícil de entender, então, porque as dietas baseadas em restrições calóricas viraram a forma mais recomendada pelos profissionais de saúde e amigas conselheiras de plantão de perder peso e ser mais saudável. Apesar destas dietas parecerem funcionar de imediato, é muito comum vermos todo esforço ir em vão ao primeiro deslize.

Vamos, antes de mais nada, entender em poucas palavras como nosso corpo funciona. Nosso corpo precisa de energia para funcionar. O simples fato de existir já consome energia. Mas de onde vem esta energia? Dos alimentos que ingerimos, que por meio dos processos de digestão são transformados na molécula mais preciosa que existe para nosso organismo, depois da água, que é a glicose. Quando os níveis de glicose estão baixos, temos fome e imediatamente vamos buscar comida.

Nos dias de hoje, temos algumas variáveis que interferem neste processo:

  • Abundância de comida e conveniência, o que faz com que não tenhamos que fazer muito esforço para conseguir comida. Nosso organismo foi concebido para primeiro fazer esforço e depois receber o alimento. Hoje vamos à academia para compensar a fatia a mais de bolo de chocolate da noite anterior.
  • Abundância de estresse, o que faz com que os níveis de cortisol estejam sempre elevados. Isso que significa que o cérebro vai demandar mais energia, o que consequentemente leva a uma sensação maior de fome, para conseguir mais glicose.
  • Abundância de alimentos de alta caloria e baixa nutrição, o que faz com que o corpo fique confuso, pois ele foi programado para receber combustível aditivado (glicose junto com fibras, vitaminas, minerais e outros micronutrientes) e acaba recebendo combustível adulterado (glicose junto com gordura trans, adoçantes, conservantes, corantes, antibióticos, hormônios e outras substâncias que não conseguem ser processadas devidamente).

Simplesmente reduzir calorias prejudica o corpo

No final das contas, o que estamos fazendo quando estamos em uma dieta de restrição de calorias é justamente estressar ainda mais nosso corpo, negando o que ele foi programado para receber (comida), fazendo com que ele produza ainda mais cortisol, o que gera mais fome. Para matar a fome durante uma dieta, costumamos ingerir comidas diet/light, cheias de químicas, que vão estressar ainda mais nosso corpo, por não serem digeríveis e não fornecer os nutrientes naturais de que precisamos. Adicionado à restrição de alimentos, ainda colocamos o corpo para se esforçar ainda mais, fazendo mais atividade física do que ele está habituado – e de uma vez só.

O resultado dessa montanha-russa é um corpo que vai aprender a guardar energia em forma de gordura, justamente para se precaver da próxima vez que seu dono decidir não comer tudo que ele precisa. É assim que uma dieta baseada exclusivamente em restrições de calorias leva ao ganho de peso e a um desbalanceamento hormonal geral do organismo.

Assim, recomendo que, na próxima vez que você pensar em fazer uma dieta de restrição calórica, ao invés de repetir uma receita fadada ao fracasso, preste um pouco mais de atenção em seu próprio corpo e dê a ele a única coisa que ele lhe pede: comida nutritiva e de qualidade em todas as refeições, e exercícios de diversos tipos todos os dias. Adicione a isso um pouco mais de autocompaixão e autocuidado, e você será capaz de ter a saúde que quer e amar o corpo que tem.

Fonte: Portal MSN / Revista Personare

Quando comer saudável fica complicado demais

“Coma comida. Não muita. Na maioria, vegetais.” é como Michael Pollan resume toda a sabedoria alimentar da evolução humana.
É uma regra simples, não é mesmo? Até você entrar no supermercado e se deparar com dezenas de corredores e prateleiras lotadas de opções em embalagens chamativas escritas frases e palavras que fazem nossos olhos brilharem.
Nos dias de hoje, é muito comum encontrar diversas opções de produtos que se autoproclamam “mais saudável”, “natural”, “sem adição de açúcar”, “50% menos gordura”, “40% menos calorias”, “agora com farinha integral”, “mais de 8 vitaminas e minerais adicionados”. E na ilusão da comodidade e de que a junk food foi transformada em algo que pode ser degustado sem culpa, compramos com a certeza de que fizemos a melhor escolha.
Será?
Marion Nestle, em seu livro “Food Politics“, descortina o que está por trás da indústria de alimentos e suplementos, esclarecendo a origem desta demanda por alimentos ditos saudáveis e/ou transformados em uma versão melhorada. O que começou como uma tentativa do governo de suprir a quantidade mínima recomendada de vitaminas e minerais à uma população que ainda sofria da escassez de certos nutrientes, hoje se tornou um poderoso instrumento de marketing, que ajuda aumentar as vendas e melhorar a reputação das marcas.
A questão principal é: qual a melhor forma de nutrir meu corpo para que ele possa viver em toda a sua potencialidade?
A resposta está no projeto que a natureza desenhou, nosso DNA. Os genes foram programados para reagir aos estímulos do ambiente, e o alimento é uma das formas mais impactantes de se “ligar e desligar esses interruptores”. Por mais que eles se adaptem às mudanças, nossas células ainda esperam ansiosas por aqueles nutrientes no formato programado originalmente, ou seja, outras substâncias criadas pela própria natureza.
Aí é que a coisa começa a se complicar. Nós começamos a modificar os alimentos, processando-os em indústrias para produzir em maior quantidade, alterando geneticamente para aumentar produtividade, acrescentando substâncias químicas ou simulando artificialmente compostos encontrados na natureza para aumentar o tempo de prateleira, entre outras coisas.
E comida passou a ser, cada vez mais, algo que “nasce” nas gôndolas do supermercado, ao invés de algo que se cultiva e colhe e come.
Para sobreviver a essa “guerra da propaganda” e garantir que eu coma na maior parte do tempo algo realmente saudável e nutritivo, eu tenho algumas regrinhas que me ajudam na hora de fazer compras:

  1. Uma forma de driblar toda essa confusão é voltar ao básico. Faço compras em feiras livres, pois, em sua maioria, as opções vieram diretamente da plantação para sua mesa.
  2. No supermercado, vou direto para a sessão de hortifruti, e busco opções em sua “embalagem natural”. Tudo que ainda puder ser reconhecido no formato de planta ou animal vale.
  3. Evito ao máximo o que vier em embalagens coloridas, com slogans, frases apelativas, mocinhas uniformizadas servindo para degustação, tiver um tempo de validade de anos. Analiso se realmente aquela é uma boa escolha para mim naquele momento.
  4. Leio atentamente as embalagens dos produtos. Se a lista começar com açúcar ou sal, ou qualquer coisa que não seja um alimento real, não levo. Verifico também se há outras marcas que não usem ou que utilizem menor quantidade desses temperos.
  5. Se eu não consigo usar minha boca para falar, não coloco dentro dela. Se na lista de ingredientes tiver um monte de nomes impronunciáveis, melhor procurar outra opção ou cozinhar eu mesma. Essas substâncias químicas vão fazer o corpo ter tanto trabalho para digerir, que não vai restar nenhum nutriente no final da digestão.

Se quiser incrementar um pouco mais esta lista de regras, recomendo o livro “Regras da Comida“, do Micheal Pollan, um verdadeiro guia para qualquer pessoa que coma. Aqui também você encontra mais algumas ideias para te ajudar na hora de fazer escolhas mais saudáveis e mais simples.

Boas compras, bom apetite, e boa saúde!

Tá chegando a hora!

O ano novo está aí e com ele está chegando a hora de experimentarmos alimentos orgânicos e integrais. Imagino que, se você está lendo esse blog, de alguma forma você já está em contato com esse universo, seja pelo interesse em adquirir hábitos mais saudáveis, seja para ter uma nova perspectiva sobre sua alimentação, seja para aprofundar seu consumo desses alimentos, ou apenas começar a se aventurar na cozinha.
Os alimentos orgânicos e integrais são um ótimo caminho para aumentar nosso nível de energia, melhorar o funcionamento do nosso organismo em todos os sentidos, influenciar na acuidade dos nossos processos mentais, contribuir para um consumo sustentável dos recursos naturais do planeta, ajudar no desenvolvimento da agricultura familiar e de pequena escala. Ou seja, assim a gente influencia positivamente tanto a nós mesmos, individualmente, como também na vida de nossa família, comunidade, sociedade e no planeta.
Se a forma que nos alimentamos continuar a ser baseada em alimentos ultraprocessados, destituídos de suas propriedades naturais, ou mesmo tratados químicamente com pesticidas e aditivos, caminhamos para um corpo que tende a ser cada vez mais privado de saúde e bem estar, que não consegue acompanhar o ritmo das suas atividades, projetos, relacionamentos, enfim, de sua vida como um todo.
Para viver a vida plenamente, precisamos de um corpo funcional, e isso pode ser feito a partir do consumo de alimentos orgânicos e integrais.
Por isso, convido você, sua família, seus amigos, colegas de trabalho, sua comunidade, e quem mais você quiser, a participar da Semana Delicioso Ano Novo, que acontecerá de 06 a 13 de Janeiro. Nessa semana, vamos dar preferência a consumir esse tipo de alimento durante nossas refeições que já fazemos no dia a dia. Cada um escolhe como prefere fazer isso, seja introduzindo novos tipos de comida na dieta, substituindo algum alimento processado por um integral (como arroz e pão), começar a cozinhar uma refeição por dia em casa usando produtos orgânicos, fazer feira, comer cinco porções de vegetais por dia, juntar a família ou os amigos e fazer uma refeição juntos com receitas do blog. Você escolhe a forma como você vai fazer essa semana, o importante é dar prioridade em suas refeições aos alimentos orgânicos e/ou integrais.
E, enquanto isso acontece, vai contando pra gente, aqui no blog, por meio dos comentários, como está sendo essa experiência, o que é fácil ou difícil, quais as suas descobertas e superações, ou simplesmente diga que você participou da sua forma. Se você cozinhar, divida com a gente a receita (pode até mandar fotos!), para que possamos aumentar o repertório do blog e mais pessoas possam aproveitar.
Comece seu ano com muita energia e de maneira positiva. Comece a comer mais alimentos orgânicos e/ou integrais.

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