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Posts tagged ‘ervas’

Pizza pode oferecer nutrição emocional

Comida é sociável e deve ser compartilhada com uma boa conversa


Acompanhe esta cena comigo: minha melhor amiga e eu, em Nápoles – Itália, a capital mundial da pizza, sentadas em uma mesa com vista privilegiada para o forno da pizzaria mais antiga do mundo (aquela citada no livro “Comer Rezar Amar”). A pizza chega e a porção individual é do tamanho de dois palmos meus esticados. O aroma dos ingredientes é inebriante, o queijo borbulhante e elástico causa salivação instantânea, a massa tem uma textura que apenas o trigo, a água e o forno do local são capazes de criar. Apenas famílias italianas ao nosso redor conversando alegremente, e na minha frente uma das minhas pessoas favoritas em todo o mundo.

Agora eu lhe pergunto: o que é mais importante pensar ao vivenciar tudo isso?

pizza

a – Quantas horas de academia eu vou precisar fazer para gastar todas essas calorias? Carboidratos? Gorduras? Engordei só de pensar.

b – Mas trigo refinado e laticínios não podem provocar um monte de problemas de saúde? E quanto aos fornos à lenha que adicionam substâncias cancerígenas?

c – Mas pizza não é junk food? Jamais conseguirei comer isso sem culpa.

d – E se eu escolher me nutrir de tudo o que está à minha volta neste momento, e honrar este alimento como símbolo desta linda experiência?

Como a pizza é uma das comidas favoritas de muita gente, quero tirar a culpa, deixar o tabu de lado e fazer você usar o alimento como uma forma de ganhar saúde.

Do que você se alimenta?

Um dos pontos principais na Saúde Integrativa é o conceito de alimentação primária, que nada mais é que tomar consciência de que nos nutrimos muito mais do que apenas com comida. Nossas relações pessoais nos nutrem, assim como nossa carreira, nossa criatividade, nossos sonhos, e nossa espiritualidade. Ou seja, cada aspecto da nossa vida é importante para nos sentirmos nutridos plenamente.

Tanto que, quando nos sentimos contentes e vivendo uma experiência muito prazerosa, como por exemplo estar apaixonado, é muito comum até esquecermos de comer. Ou, quando levamos um fora, queremos devorar uma barra inteira de chocolate. Podemos ter o apetite saciado por estarmos felizes, ou podemos comer sem parar para preencher um vazio emocional interior.

O ponto-chave, portanto, é justamente usar com sabedoria essa via de mão dupla. Vamos voltar à pizza. É claro que comer pizza todo dia não faz ninguém mais saudável. E se resgatássemos o ritual da pizza e fizéssemos isso nos nutrir com alimentação primária? Pizza é uma comida altamente sociável, feita para ser compartilhada junto com uma boa conversa. É para ser uma ocasião especial, para ser degustada com calma e gosto, em um lugar especial para você, seja pela qualidade dos ingredientes, seja porque a pizzaria tem apego emocional para você, seja porque é uma experiência que nunca mais vai se repetir.

Isso também acontece com o almoço em família no domingo, aou comida da avó, em viagens… Existem momentos que você pode determinar que a prioridade é a alimentação primária, e que você pode deixar as regras, proibições e culpa do lado de fora da porta (e nunca mais pegar de volta, aliás!) e abraçar o momento presente com alegria.

Justamente por a pizza ser a minha comida favorita, eu tenho alguns requisitos para poder aproveitar com intensidade cada momento que escolho degustar uma.

  • Que tal, quando bater um desejo muito grande, escolher ir anos lugares que você já sabe que comerá uma pizza que adora?
  • Que tal escolher comer pizza acompanhada de boas companhias? E aproveitar comemorações que as pessoas escolhem fazer em uma pizzaria para comer pizza?
  • Que tal fazer escolhas inteligentes de quantidade, sabores, e de acordo com o que comeu anteriormente naquele dia? Se você vem comendo adotando uma alimentação composta basicamente de vegetais e integrais, não terá tanto impacto escolher uma pizza calabresa, ou comer mais de dois pedaços. Se já comeu outras vezes fora da sua rotina saudável naquela semana, escolha opções com vegetais e de massa integral. Passe a perguntar se existe a opção de massa integral, e, se não houver, faça a sugestão para a pizzaria passar a oferecer, inclusive sabores com mais vegetais, como abobrinha, berinjela, pimentão, e cogumelos.
  • Que tal montar a sua própria pizza com os ingredientes mais saudáveis que estiverem no cardápio? E que tal experimentar um dia pedir uma pizza sem queijo e com todos os vegetais disponíveis na casa?
  • Que tal sempre incluir uma folha verde na sua pizza? No mínimo, toda pizzaria hoje em dia tem pelo menos salsa e rúcula. Peça para incluir uma porção generosa em cima de qualquer sabor que você escolher. Desta forma, você vai comer uma das duas porções diárias recomendadas de vegetais, e ainda vai consumir fibras e nutrientes que vão ajudar seu organismo a processar os ingredientes que não são saudáveis.

Você pode usar esta técnica com qualquer uma de suas comidas favoritas, e passar a aproveitar muito mais as experiências maravilhosas que elas podem oferecer, muito além do sabor.

Publicado em: Personare / MSN / Personare Portugal / MdeMulher / Portal RBS / Clube da Vida Moderna

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Bem Vivendo 2012 – Um dia de saúde e serenidade

 

Minha deliciosa vida sem leite – Receita 4

Quando a gente pensa naquela comidinha da infância que a mãe preparava quando você estava tristinha ou doentinha, ou quando você ia para a casa da vó e ela fazia especialmente para você, ou até mesmo as suas primeiras refeições sólidas, você se dá conta que comida é muito mais que para matar a fome do estômago, mas também serve para matar a fome de amor, carinho e atenção do coração.

Umas das ‘comfort foods’ de que mais me lembro é o purê. Esta é uma das comidas cremosas de que mais sentia falta desde que tive que parar de consumir laticínios. Já não sinto mais, desde que passei a substituir o leite e a manteiga da receita tradicional por leite e óleo de coco.

Até para quem consome laticínios, eu aposto que, depois de experimentar esta versão, você também vai querer incluir no seu repertório permanente, e quem sabe, fazer disso a tradição da família.

Veja mais receitas sem leite e derivados clicando aqui. E os benefícios do óleo de coco, você vê aqui.

Purê de Abóbora é uma comidinha ótima para acalmar aquela TPM, fase quando precisamos comer comidas mais “outonais”, ou seja, alimentos que normalmente consumimos quando o clima começa a esfriar, como é o caso da abóbora, e das comidas quentinhas e úmidas. Já o óleo e a canela vão ajudar no humor, pois ajudam a estabilizar o nível de glicose no sangue. Acompanhe com couve, arroz integral e um peixe branco selvagem, e você terá uma refeição completa, balanceada, nutritiva e muito apetitosa.

Purê de abóbora cremoso com óleo de coco

Serve 2 pessoas

Ingredientes:
1 abóbora paulistinha média sem caroço cortada em cubos e cozida no vapor
1/2 xícara de leite de coco
1 colher de sopa de óleo de coco
2 dentes de alho médios ralados
Sal, ervas frescas, canela e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
Bata a abóbora cozida com o alho e os temperos. Em uma panela, misture a abóbora batida com ½ xícara de leite de coco e 1 colher de sopa de óleo de coco. Aqueça em fogo médio, mexendo sem parar, por cerca de 5 minutos, até soltar do fundo da panela. Se quiser um sabor especial, acrescente canela ou ervas frescas, como tomilho, alecrim e sálvia. Use também sementinhas de abóbora descascadas para decorar, junto com um punhado de salsinha. Você pode também fazer o purê de inhame, banana, couve-flor, batata-doce ou inglesa.

Dicas exclusivas das chefs

Estive recentemente no 4º Festival de Culinária Vegetariana, que aconteceu dentro da 7ª NaturalTech – Feira Internacional de Alimentação Saudável, Produtos Naturais e Saúde e 7a BioBrazilFair – Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia, dos dias 22 a 24 de julho de 2011 e trouxe para vocês algumas dicas preciosas de chefs que valorizam a comida de qualquer pessoa, desde a que não gosta muito de cozinhar, até as mais gourmets, passando pelas vegetarianas e veganas.

A chef Luana Budel, do Falando Abobrinhas, fez uma Moqueca de Pupunha com um ar capixaba, e usou ingredientes bem inusitados para uma preparação como esta: chuchu, quiabo e batata baroa. Até eu que faço cara feia para esses ingredientes, comi de lamber os beiços. Se ficou curiosa, pegue a receita aqui.
Ela passou algumas dicas de como você pode realçar sabores de seus pratos e como você pode tornar o seu ato de comer mais sustentável:

  • Faça seu próprio Caldo de Vegetais em casa, assim você não precisa ficar refém daquelas versões industrializadas com glutamato monossódico, muito sal e gordura, entre outras coisas nada saudáveis. Pegue com restos de alimentos que não vão ser usados, como folhas e raízes do alho poró, casca de cebola e de cenoura, entre outros, e cubrar com água uma panela grande e deixe reduzir por duas horas. Congele em formas de gelo, e depois coloque em sacolinhas zip lock, e vá usando os cubinhos a medida que precisar. Dura até 3 meses no freezer.
  • Faça Sais Aromáticos: bata sal grosso no liquidificador com ervas que você secou, ou cogumelos secos, ou qualquer sabor que te agrade. O sal grosso, por não ter passado pelo processo de refinamento, tem menos compostos químicos e, em conjunto com outros sabores, você acaba consumindo menos quantidade de sódio.
  • Faça um Crocante de Ervas: use os talos de salsinha, coentro e outros verdes picadinhos assados no azeite em fogo baixo, junto com amêndoas e castanhas picadas. Use para finalizar pratos e em cima de grão integrais.
  • Valorize consumir alimentos locais, nativos e orgânicos. Por exemplo, o arroz vermelho, que é nativo do Brasil (Maranhão) e vem sendo produzido em diversos locais do país e é muito mais nutritivo que o arroz branco, que muitas vezes é importado.

Outra chef que trouxe dicas interessantes foi a Marta Tatini, do Taioba Nativa, que reforçou a importância de se comer orgânicos para uma boa saúde e um sistema imunológico forte, e desmistificou algumas informações sobre a dieta vegana, que pode ser tão ou mais rica em proteínas, vitaminas e minerais quanto uma onívora. Ela preparou uma Lasanha Vegana com Molho Branco de Cogumelos.

  • O molho branco, que normalmente leva farinha de trigo branca e leite, foi feita apenas com leite de aveia, que já engrossa no fogo naturalmente. Ela deixou 1 xícara de aveia grossa para 2 a 3 xícaras de água de molho de um dia para o outro. Bateu no liquidificador e coou. Na panela, ela temperou com sal, pimenta e noz moscada e acrescentou cogumelos secos para um sabor mais marcante.
  • A massa caseira foi feita apenas com farinha de trigo integral orgânica, que é de ótima qualidade e não precsa levar ovo pois dá liga naturalmente com água batida com manjericão, para mais cor e sabor. Você pode usar qualquer vegetal que goste, como cenoura ou beterraba para um sabor mais doce e um visual mais colorido, ou outras ervas e folhas verdes.
  • O queijo vegetal foi produzido em casa também: bata o tofu com um pouco de povilho azedo e temperos diversos a gosto. Coloque para gelar a mistura numa forma para firmar. Corte em fatias para colocar na lasanha ou no pão.
  • Já existem molhos de tomate orgânico no mercado que não possuem aditivos químicos nem açúcar. Ou faça o seu próprio em casa e congele.

Que tal você começar a experimentar uma forma de comer sem comidas de origem animal depois destas dicas? Se você acha que ser vegetariano ou vegano não é para você, conheça um pouco mais sobre a Segunda-Feira Sem Carne, que é uma forma de você experimentar essa forma de comer e também dar sua contribuição para a sustentabilidade do planeta.

Cinco opções matinais rápidas cheias de energia

Tudo começou como a maior parte das coisas que escrevo no blog, ou seja, um experimento que faço comigo mesma e vejo resultados tão maravilhosos que não consigo me conter e tenho que dividir com mais pessoas.
No caso, algumas dessas pessoas são minhas clientes, que, como eu, sempre estão com pressa (seja porque estou com fome, seja porque acordei atrasada, seja porque sempre estou correndo para fazer as coisas 🙂 ), sempre estão sem energia (posso ter dormido o que for, que sinto-me cansada o tempo todo), sempre tem fome (poderia ficar beliscando o dia inteiro, que ainda teria fome).
Fora o fato de que o dia que não tem horas suficientes para tudo que queremos e temos que fazer, as demais questões podem ser resolvidas ao prestar um pouco mais de atenção no que estamos comendo pela manhã (ou ainda, se não estamos comendo).
O ciclo começa acordando cedo para se preparar para ir ao trabalho, e colocamos o despertador o mais tarde possível que podemos, pois fomos para a cama tão exaustas que qualquer 5 minutos a mais nos parece a salvação. Aí levantamos e fazemos tudo correndo, porque não queremos gastar tempo pela manhã que não seja dormindo ou indo para o trabalho. O café-da-manhã fica para trás ou é qualquer coisa que já esteja pronta na geladeira, como um comum pão com manteiga/queijo e café com açúcar, porque deus-me-livre funcionar sem o café logo pela manhã.
Chegamos no trabalho, e lá pelas 10 horas aquela fome louca começa no meio da reunião, e então é a hora do biscoito recheado e mais um cafezinho pra conseguir continuar até o almoço. Vamos almoçar, e aquelas opções maravilhosas, como batata frita, empadão, e o arrozinho branco básico estão lá no nosso prato sem ao menos a gente perceber que pegou.
Voltamos para o trabalho, e em pouco tempo já sentimos aquele sono descomunal. Nem preciso dizer que vem mais um café, e que o humor pede aquele chocolatinho que vai dar aquele pique que a gente precisa para manter o olhos abertos em mais aquela reunião.
Se tivermos sorte de sair do trabalho no horário, é muito provável que já no caminho pra casa, principalmente quando estamos presas no trânsito, aquela fome monstra volte a nos atacar. Chegamos em casa e comemos o que for mais rápido e conveniente, pois não queremos gastar nem um minuto a mais para colocar algo em nossos estômagos e nem um pouquinho de fosfato pensando no que cozinhar. O que nos resta é aquela lasanha congelada no microondas, ou mais um sanduíche, ou a quase diária ligação para o delivery da pizza ou do chinês.
Aí vamos para o computador ou pra frente da TV, em estado de zumbi, jurando para nós mesmas que vamos para cama cedo, mas não vamos. E a fome volta a atacar, e caimos de boca nos docinhos novamente. Vamos dormir tarde e o sono é agitado, o que significa que não descansamos direito e suficiente para começar o ciclo novamente. Isso porque nem falei de dar atenção ao marido ou namorado ou aos filhos, cachorro, papagaio, periquito.

Se você gosta de assistir thrillers, acho que você deve ter descoberto quem é o grande vilão da história aí, né? E nem estou falando de estresse. Estou falando daquele fantasminha camarada que desmascarei em outro post do blog: as comidas brancas refinadas como o açúcar, o trigo, o arroz, a batata inglesa. São elas que te deixam sem energia. E com o que exatamente começamos do dia? Com pão e açúcar brancos. E o que normalmente falta no café-da-manhã? Uma boa fonte de proteína e de vitaminas e minerais.
Pessoas como nós, sempre na correira, sempre comendo doces e pães e macarrão e arroz e batata, com histórico de saúde ou na família de ovário policístico, resistência a insulina, hipo ou hiperglicemia, diabetes, síndrome metabólica, entre outras disfunções do pâncreas e dos níveis de glicose, insulina, ou que, simplesmente vive sem energia, aposte em colocar para escanteio as comidas refinadas e investir com vontade nas proteínas de qualidade.
E não estou falando que você deve virar uma mulher das cavernas carnívora, pois proteínas não estão presentes só nos produtos de origem animal, mas também nas leguminosas , nas castanhas e sementes, e também nos grãos integrais.

Já está achando tudo isso complicado demais? Simplifiquei tudo nestas 5 sugestões de café-da-manhã que não levam mais de 10 minutos para executar, são deliciosas, e vão deixar seu nível de energia mais alto e estável durante o dia.

5 receitas de opções rápidas cheias de energia para o café-da-manhã

(mas nada impede que vire almoço, lanche, jantar…)

  • Ovos com salada de rabanete e folhas

Uma fonte de proteínas leve e rápida de fazer, os ovos podem ser feitos mexidos um um fio de azeite, e temperados com um pouco de sal marinho e tomilho. Varie o modo de preparação dos ovos, como cozidos, poché, ou até cocote. Lembre-se de dar preferência para os caipiras e orgânicos.
A salada vem com uma excelente fonte de energia, que é o rabanete, uma raíz que vai ajudar muito a diminuir os desejos por doces. Pode ser substituída por cenoura, beterraba, nabo e pede o acompanhamento das folhas verdes como rúcula, agrião, alface ou outra folha suculenta de sua preferência.

  • Tofu com salada de cenoura e salsinha

Outra ótima fonte de proteína rápida de fazer, o tofu pode parecer estranho e sem graça, mas esta receita vai mudar sua opinião. A salada segue o mesmo esquema descrito acima. Veja a receita clicando aqui.

  • Smoothie Pura Energia

Faça este principalmente nos dias seguintes às compras na feira/hortifruti/supermercado, pois você terá muitas opções de frutas para brincar a vontade. A fonte de proteína aqui serão castanhas e sementes, que vão ser transformados em leite no liquidificador (veja receita aqui).
Pego um pouco deste leite, e bato com:
– Frutas vermelhas: vale desde o morango, amora, framboesa, mirtilo, até a polpa de açaí, de acerola, de uva
– 1 banana, maçã verde ou pera, ou 2 colheres de sopa de abacate
– 1/2 Limão verde, com casca e sem sementes e aquele miolo branco. Se quiser um gosto mais delicado, use o limão amarelo (ou siciliano)
– Salsinha ou couve ou qualquer folha verde escura disponível na geladeira. Se você tem receio de como vai ficar o gosto, comece colocando um pouco e vá aumentando a quantidade a cada dia.
Se quiser aumentar ainda mais o valor nutricional e a quantidade de fibras, acrescente 1 colher de sopa de sementes de chia.
Adoce com mel silvestre, melado ou rapadura, ou ainda stevia, e salpique uma pitada de sal.
Bata tudo no liquidificador e está pronto para ser saboreado em casa ou no caminho pro trabalho.

  • Salada de frutas Pura Energia

Pegue os ingredientes do smoothie, mas use de outra maneira: pique as frutas (vale combinar, além das descritas acima, mais outras também, como manga, abacaxi, laranja, mixirica, pêssego, ameixa, etc) e as castanhas/sementes, esprema o limão por cima e acrescente o adoçante natural de sua preferência e salpique uma pitada de sal. As folhas verdes podem ser ervas, como a hortelã, salsinha, manjericão ou coentro, ou até mesmo as folhinhas do morango. Acrescente 1 colher de sopa de linhaça triturada na hora. Pode também levar para o trabalho em um recipiente fechado para fazer um lanche no meio da manhã.

  • Mingau Pura Energia

Em uma panela pequena, junte meia xícara de aveia grossa ou laminada (ou mais, dependendo de sua fome) com água que cubra. Coloque em fogo baixo, com uma pitada de sal, e deixe cozinhar (se quiser, vá tirando a espuminha que normalmente se forma em cima). Você pode usar o leite de castanhas/sementes no lugar da água para um mingau mais cremoso, ou acrescentá-las picadas ao final para um toque crocante.
Deixe cozinhando por 10 a 15 minutos, até ficar na consistência desejada. Tempere com canela, noz moscada, cardamomo, cacau em pó (para as chocólatras e as de TPM!), acrescente o adoçante natural de sua preferência. Acrescente frutas picadas (as descritas na receita do smoothie ou da salada, ou ainda frutas secas como damascos, tâmaras, passas), deixe cozinhar por alguns instantes e desligue o fogo e sirva em um prato ou tigela. Salpique 1 colher de sopa de linhaça triturada na hora.
Você pode levar para o trabalho em uma vasilha fechada para comer como lanche da tarde, pois vai te dar uma boa energia extra para aguentar até o final do expediente, ou até mesmo como almoço, pois fica bem em qualquer temperatura, e naqueles dias que não dá tempo nem de respirar no meio do dia quebra um bom galho.

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