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Posts tagged ‘espinafre’

Óleo de coco: aprenda a inserir na sua dieta

O óleo de coco extra virgem é o novo queridinho das dietas. Além de potencializar a queima de calorias, o alimento traz sensação de saciedade, diminuindo a fome. O alimento ainda contém benefícios para saúde, como a redução do mau colesterol (LDL), prevenção de doenças cardiovasculares e propriedades anti-inflamatórias.   Mas você sabe como consumi-lo?

Nutricionista recomenda ingestão de 3 colheres diárias de óleo de coco
Para a nutricionista Elaine de Pádua, 3 colheres diárias de óleo de coco virgem são suficientes para usufruir do que o produto tem de melhor. “Não recomendo o consumo em excesso, já que o óleo de coco pode ter efeito laxante em algumas pessoas”. Vale lembrar que, apesar dos benefícios, cada colher de sopa de óleo de coco possui cerca de 120 calorias e o exagero pode significar quilos a mais.

Óleo de coco pode ser usado no preparo de receitas quentes
A coaching de saúde integrativa Melissa Setubal explica que o aquecimento do óleo de coco extra virgem não destrói as propriedades do alimento. “Por ser uma gordura saturada, o óleo de coco possui moléculas muito estáveis, que não oxidam com o calor. Recomendo o uso no preparo de receitas ou em substituição ao óleo das frituras. Como o produto tem sabor agradável, pode ser usado para temperar saladas, batido com sopas, sucos e shakes emagrecedores. Além disso, o óleo de coco pode substituir qualquer outra gordura na cozinha, como manteiga e margarina”, diz a profissional.

De acordo com Melissa Setubal, após aberto, o óleo de coco não deve ser guardado na geladeira. “O produto mantém sua forma de óleo em temperatura ambiente. Em dias mais frios, o produto pode endurecer, transformando-o em uma pasta densa e branca. Se isso acontecer, esquente o produto em banho-maria. Para usá-lo no preparo de uma receita, não é necessário que esteja líquido. Basta retirar colheradas da massa branca e despejar diretamente na panela”.

Receitas com óleo de coco por Melissa Setubal: do bolo de chocolate ao yakissoba tailandês

Bolo de chocolate com óleo de coco
Bolo de chocolate com óleo de coco
Sorvete de chocolate com banana e óleo de coco 
Sorvete de chocolate com banana e óleo de coco
Yakissoba tailandês com óleo de coco
Yakissoba tailandês com óleo de coco
Purê de abóbora cremoso com óleo de coco
Purê de abóbora cremoso com óleo de coco
Salada quente de espinafre com óleo de coco
Salada quente de espinafre com óleo de coco

Fonte: Canal GNT

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Os Benefícios dos Alimentos Orgânicos

Aproveitando que estamos na Semana do Meio Ambiente, chamei a Renata Pryor, uma brasileira radicada nos EUA, também Coach de Saúde como eu, para deixar seu recado aqui no blog. Ela fala sobre uma das ações mais importantes que você pode fazer para o Meio Ambiente e para seu corpo: consumir alimentos orgânicos.
Confira suas dicas e uma receita muito simples e deliciosa com a frutinha favorita da estação, o morango.
O morango, quando cultivado da forma convencional, é um dos alimentos mais contaminados por pesticidas. Portanto, na hora de se deliciar com essa jóia vermelhinha cheia de antioxidantes, dê preferência para o orgânico.

Os Benefícios dos Alimentos Orgânicos

Quando lembro da minha infância, penso nos meus avós. Lembro-me de passar minhas férias de final de ano com eles na fazenda no interior do Rio de Janeiro. Lembro-me da comidinha caseira da minha avó feita com todos os ingredientes frescos da horta. Ah, tempo bom… O mais interessante é pensar que eu estava consumindo alimentos orgânicos e não sabia. E por falar nisso, quero compartilhar as diferenças entre Produtos Orgânicos e Produtos Convencionais:

  • Os orgânicos são aqueles isentos do uso de agrotóxicos, fertilizantes, adubos e aditivos, preservando o solo através da reciclagem do material orgânico, onde os nutrientes são gradualmente disponibilizados às plantas através da ação de microorganismos do solo, sem agredir o solo e a natureza, mantendo a energia renovável.
  • Os convencionais são produtos selecionados para altos rendimentos, onde requer agrotóxicos, a monocultura, degradação do solo, contaminação de cursos d’água, alta dependência externa de insumos e energia renovável, a contaminação de trabalhadores rurais e consumidores por usos indevidos de agrotóxicos e aditivos.

Veja 3 motivos para consumirmos orgânicos:

  • São mais nutritivos e possuem em média 2,5 vezes mais nutrientes minerais que os alimentos convencionais;
  • Têm sabor e aroma mais intensos, o sabor dos alimentos orgânicos está preservado da interferência de produtos químicos;
  • Preservam a saúde, pois não contém organismos geneticamente modificados, pesticidas, antibióticos ou hormônios.

Hoje em dia muitos de nós temos consumido alimentos processados (aqueles que não podem ser obtidos através da natureza, ex.: doces, salgados e alimentos industrializados). Temos trocado nutrição por conveniência, e as consequências disso são doenças como obesidade, diabetes, hipertensão e outras mais.
Precisamos consumir alimentos que irão prover os nutrientes necessários para os nossos corpos, daí a importância de consumirmos alimentos de qualidade, como, por exemplo, os orgânicos.

E depois de todas essas informações, que tal uma receita de um Smoothie Orgânico de Morango, Gengibre e Espinafre? Anota aí:

1 copo de morango
2 copos de espinafre
2 copos de água
1 pedacinho de gengibre

Bata tudo no liquidificador e desfrute!

Confira mais dicas da Renata no seu blog renatapryor.healthcoach.integrativenutrition.com

A melhor época do ano

Consumir mais vegetais na nossa alimentação é um excelente hábito em qualquer época do ano. Porém cada um tem um período na qual eles estão em sua melhor forma, ou seja, estão com uma concentração ótima de nutrientes, encontramos com mais facilidade, estão mais frescos, ficam mais baratos, além das vantagens ecológicas de terem sua versão orgânica e local mais disponíveis.

No Brasil, como em muitos locais o clima não muda muito, alguns vegetais estão disponíveis o ano todo. Confira abaixo a lista de cada estação do ano:

  • Primavera: abobrinha, acelga, agrião, alcachofra, alface, alho poró, almeirão, aspargo, beterraba, brócolis, cebolinha, cenoura, chicória, chuchu, cogumelo, couve, couve flor, erva doce, ervilha, espinafre, gengibre, inhame, mandioquinha, milho verde, mostarda, nabo, pepino, rabanete, repolho, salsa, salsão e vagem.
  • Verão: abóbora, abobrinha, agrião, alcachofra, alho poró, almeirão, aspargo, batata-doce, berinjela, beterraba, brócolis, cebolinha, cenoura, chicória, chuchu, cogumelo, couve, escarola, espinafre, feijão, gengibre, inhame, jiló, mandioca, mandioquinha, maxixe, milho verde, mostarda, nabo, palmito, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete, repolho, rúcula, salsa, salsão, tomate e vagem.
  • Outono: abóbora, alho poró, aspargo, batata-doce, berinjela, beterraba , cará, cebolinha, chuchu, cogumelo, feijão, gengibre, inhame, jiló, mandioca, mandioquinha, maxixe, milho verde, mostarda, palmito, pimenta, pimentão quiabo, repolho, rúcula, salsa, tomate e vagem.
  • Inverno: abobrinha, acelga, agrião, alface, almeirão, batata-doce, berinjela, beterraba, brócolis, cará, cenoura, chicória, chuchu, couve, couve-flor, erva doce, ervilha, escarola, espinafre, gengibre, inhame, jiló, mandioca, mandioquinha, mostarda, nabo, palmito, rabanete, rúcula, salsa e tomate.

Fonte: Nutrição Sadia.

Receita da Vovó, com meu toque

Amanhã é o último dia da Semana Delicioso Ano Novo, mas só agora estou começando a me acostumar com a minha dieta sem glutén. Devo dizer que é bem difícil para mim ficar longe do pão, do macarrão e do bolo, apesar de ter disponíveis várias opções para substituí-los, como o pão de arroz integral, o macarrão de quinoa e o brownie de farinha de grão-de-bico. Só que foi por causa disso que comecei a pesquisar mais sobre esse universo paralelo ao trigo.
Uma das coisas que resgatei das origens da minha família foi a boa e velha polenta. Minha Vó Júlia é uma mestre nessa arte, e fui criada com ela batendo a polenta no fogão em quase todo almoço na casa dela. Mas, infelizmente, eu nunca fui fã de polenta.
Quando começou a esfriar aqui em Nova Iorque, foi automático procurar por comidas mais quentinhas e borbulhantes. Um belo dia, num restaurante italiano aqui na vizinhança, vi no cardápio essa opção e não sei se foi a saudade de casa, da comida da vó ou a promessa de uma comida quentinha que me fez escolher essa opção. Só sei que sou grata por ter experimentado, pois eu adorei e me inspirei para fazer essa receita.

Tempo de preparo: cerca de 1 hora
Serve 2 pessoas

1 xícara de fubá
caldo de galinha ou de vegetais
1 colher de sopa de manteiga
molho de tomate
orégano
200g gramas de carne em cubos pequenos
3 folhas médias de couve sem os talos
1 dente de alho
Azeite de oliva
sal e pimenta-do-reino

Coloque de 3 a 4 xícaras de água para ferver em uma panela funda. Acrescente o sal, o caldo e o fubá quando a água atingir fervura e mexa sempre, cozinhando a polenta por cerca de 30 minutos em fogo baixo.
Enquanto isso, refogue a carne em um pouco de óleo e acrescente o molho de tomate a gosto para fazer um molho bem suculento (acrescente água, se necessário). Cozinhe a carne por cerca de 10 a 15 minutos.
Corte a couve em quadrados ou tiras largar (do tamanho que dê para colocar na boca sem precisar cortar). Pique o alho em lâminas, e refogue em um pouco de azeite, acrescentando a couve quando o alho começar a soltar aroma. Refogue a couve até ficar macia, mas ainda com uma cor verde viva.
Finalize a polenta, desligando o fogo e acrescentando a manteiga e batendo bem. Sirva a polenta em prato fundo, colocando o molho de tomate e carne por cima, e depois a couve no topo de tudo. Regue com bastante azeite e rale um pouco de parmesão por cima, ou acrescente lascas de queijo-minas no meio da polenta.
Outra dica é substituir a carne por cogumelos frescos, como o cremini ou shiitake, como uma ótima opção vegetariana. Ou ainda usar outros tipos de folha verde-escura, como o espinafre ou a rúcula.

Nuts por nozes

Eu sempre adorei castanhas em geral. Minha mãe sempre teve o costume de comprá-las com casca, e eu já ficava de antena ligada no barulho do martelinho quebrando nozes que vinha da cozinha no de final de ano, e me aproveitava do esforço alheio para comer uma castanha fresquinha.
Cada tipo traz um sabor e texturas diferentes e muito interessantes, e podem ser usadas em muito mais que doces e sobremesas, como normalmente estamos acostumados. Dia desses, descobri que o espinafre é uma dessas plantas que tem uma substância em sua composição que ‘sequestra’ o cálcio dos ossos para sua digestão, e que sempre é bom consumi-lo cozido e junto com uma boa fonte de cálcio.
E a fonte sugerida no artigo eram castanhas, que são fontes não somente desse importante mineral, mas de muitos outros, e de ômega-3, uma gordura importantíssima na constituição celular e na função cerebral.
Se você torce o nariz para um verdinho, eu peço uma chance para essa receitinha que vou passar agora, pois dá uma outra dimensão ao conceito de saudável e gostoso.

Tempo de preparo: cerca de 20 minutos
2 porções

1 maço de espinafre (lave muito bem, e use somente as folhas)
1 punhado de pinholes (pode ser nozes em pedaços pequenos, ou lascas de amêndoas, ou macadâmia)
1 dente de alho picado
1 punhado de cranberries secas (pode ser damascos picados, ou passas, ou qualquer fruta seca que é meio azedinha)
Molho shoyu ou Tamari
Vinagre de Arroz Integral
Pimenta Vermelha
Óleo de coco
Azeite de Oliva Extravirgem

Aqueça o óleo de coco em uma panela grande e refogue o alho e a pimenta. Jogue o espinafre e abafe a panela para o espinafre começar a murchar e aguarde uns 30 segundos. Mexa para que a camada de cima possa pegar o tempero e o calor do fundo da panela, e também comece a murchar.
Tempere com o shoyu e mexa mais para distribuir bem. Acrescente as cranberries picadas, mexa mais, e desligue o fogo, e tempere com um pouco de vinagre. Enquanto você refoga o espinafre, em uma frigideira seca, toste levemente os pinholes, até que eles peguem uma cor levemente tostada, mexendo sempre.
Sirva em um prato, regando com um fio de azeite e jogando as castanhas por cima, como efeito de decoração. Pode acompanhar um arroz, uma massa, uma carne ou comer puro mesmo. Eu fiz croutons de pão integral 5 grãos e de tempeh (preparado de soja oriental) no azeite, como se fosse uma salada quente.

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